A MORTE DO PEQUENO WILLIS,TRAUMATIZA SUA FAMILIA E MAIS MUITAS

Por: Deley do Acari
A morte de mais uma criança de oito anos,atingida por uma bala de fuzil,durante incursão de pms do 41º  BPM e o 2º caso envolvendo pms de batalhão,e menos de uma semana. O primeiro caso já dei informe:a esposa de um mestre de karate,da favela de acari,baleada,5ª feira.

Desta vez foi,o pequeno Willis,de 8 anos quando jogava bola,numa praça,no Morro do Chapadão,em Costa Barros. Parece,pra o movimento social de esquerda,e sem  importância,que favelados sejam baleados e mortos pela policia,tanto que nem mesmo a Rede Contra Violência e a Agencia Nacional de Favelas,que costumam dar repercussão á fatos como este,se manifestaram,pelo menos até agora…Muito menos,as ongs e entidades de direitos humanos,nem militantes individualmente.
O problema é que,militantes profissionais e não profissionais movimentos sociais de esquerda,inclusive,os de direitos humanos e contra vviolênciaa partir de 15 de dezembro,entram de férias e recesso,como se fossem funcionários públicos,e viajam pra angras dos reis e oropas e regiões do lago das vidas,mas as policias,os traficantes,e os favelados,que não temos pra onde ir,ficamos na favela,a policia e o trafico se comfrontando e nos moradores no meio do fogo cruzado.
Familias de favelados não tem dinheiro pra meter o pé da favela,nas férias os fins de ano,muito menos,pra pousadas em praias pardiziácas e pacificas,o jeito é deixar as crianças pelas praças e campinhos de futebol e quadras ao ar livre,expostas a operações policiais como a que matou o pequeno willis e baleou a moradora em acari,semana passada.
Por outro lado,quando uma uma criança baleada numa favela,como aconteceu agora,com o pequeno Willis,claro,o trauma atinge principalmente sua mãe…seus familiares…mas se o abalo é maior pra familia,pros amigos e moradores da sua rua,de seu bairro,centenas de outras familias que já foram vitimadas da mesma forma,principalmente,as mães,entram em depressão,adoecem fisicamente,passam mal durante dois ttrêsdias…
Já relatei isso,a partir de minha própria eexperiênciacom familias acarienses,e de outras favelas. Mas meus depoimentos sobre estes casos em seminários,encontros,debates etc. do movimento social de esquerda,inclusive com a presença de ppsicólogos assistentes sociais,etc. fora ouvidos com ddescrédito mixoxos,e rizinhos de rridicularizarão.. como se minhas afirmações fossem frutos de “viagem”,“sem noção”…

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