MECANISMO DE DEFESA DOS DIREITOS OS PRESOS E RACISMO PRISIONAL

Por Deley do Acari

Neste fim de semana ouvi “de passagem” numa rádio fm que o índice de tuberculose nas prisões do Rio é 30 vezes maior que fora dela. Esses dados teriam sido divulgados pela Comissão de Direitos Humanos a ALERJ/RJ.

Dia desses dados procupantes e terrificantes cabe algumas reflexões,talvez reflexiveis mais facilmente por um militante negro,pobre e favelado como eu,levando-se em consideração que a imensa maioria dos presos e presas são negros,negras pobre e favelados:

Me parece óbvio que o índice  tuberculose fora das prisões,nas comunidades podem almentar já que centenas milhares de presos visitam as cadeias todos os finais de semana,sem nenhum cuidado de proteção,já que não sabem que seus presos podem estar doentes. Inclusive boa parte das companheiras de presos tem relação sexuais com seus amados,amantes no parlatório sem o uso dos preservativos.

O que fica invisivel nestes dados é o racismo prisional e discriminação de classe e coorporativa:

Pelo menos na noticia na rádio,não ficou evidente:

Se dentro deste 30 vezes mais de indice tuberculose qual o indice de turberculose nas prisões de presos policiais civis e militares,milicianos,e de presos com previlégios especiais,com 3º Grau,onde a maioria dos presos são brancos,de classe média,burgueses,etc

Agora fica por conta do Comitê de Defesa dos Direitos dos Presos,do Mecanismo de Prevenção a Tortura de Presos/ALERJ/RJ trabalhar estas questões,não só junto as autoridades do Estado/RJ mas também e principalmente junto a população carcerária,seus familiares e as comunidades de origem dos presos…

Uma boa oportunidade,para isso será uma reunião aberta e semi-aberta que acontecerá no inicio de Maio entre os integrantes deste Comitê com familiares de Presos do Complexo de Acari,em data que será divulgada brevemente.

Afinal de contas,as pessoas,as seis,  que compõem o Comitê,precisam ser conhecidas pela sociedade,principalmente,pelas comunidades faveladas,donde as maiorias dos presos e presas são originários,para terem nosso apoio ao fundamental tabalho ue fazem quase que anonimanente,como também porque,como visitam as cadeias com bastante frequencia,correm os mesmos riscos de saúde que as familias de preso,mas também de integridade fisica e mental,já ue como todos nós sabemos,principalmente quem vive e convive com presos,ex-presos e suas familias,as cadeias,que já são normalmente um barril de pólvora,são agora,mais ainda.

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